Trocando Gnome por KDE (parte 1)

Um dias desses olhando o ambiente de trabalho de um colega notei que este usava o KDE. Além da bonita aparência, o desempenho me chamou bastante atenção pois, sabia que ele possuia uma configuração de hardware inferior a minha e o KDE não parecia estar “sugando” seus recursos. Não que tenha problemas de desempenho com o Gnome mas, um dos motivos que me afastou do KDE um tempo atrás foi o seu desempenho, o Gnome sempre foi mas eficiente neste quesito ao meu ver. Abstraí todos meus “preconceitos” e executei o comando:
# apt-get install kubuntu-desktop
Depois da instalações de vários softwares o ambiente KDE estava pronto para ser usado. Efetuei logout e iniciei a sessão com o Kde. Já de cara percebi a diferença com relação ao Gnome e sabia que ia ser interessante (talvez dolorosa) a adaptação. Algo que incomodou bastante inicialmente, foi o fato de que o KDE vem como padrão o clique único para executar aplicativos, acessar diretórios e etc…
Apesar de ser possível alterar essa configuração optei por deixá-la já que queria me adaptar ao Kde, não queria um Kde com cara de Gnome. Outra diferença notável é o painel único na parte inferior do desktop, ao contrário do Gnome, onde uso um painel inferior e outro superior. Muitos até podem alegar dois painéis uma perda de espaço, para mim funciona bem, deixo a painel inferior apenas com as janelas dos software que estou utilizando e informações de hardware, enquanto no painel superior fica os menus e o trayicon. Desta forma as informações das janelas minimizadas ficam legíveis. Porém, pelo mesmo motivo que a opção do clique, deixei um único painel. No Gnome, uso muito o gnome-do, a facilidade de executar programas através deste aplicativo é enorme. No KDE temos essa opção também, através de outro software, o que me facilitou muito na hora de executar um programa, não causando dificuldade de adaptação.
O visual do KDE é muito bonito e facilmente altera-se entre um tema e outro, assim como é fácil adquirir novos temas. A integração com os temas disponíveis on line facilita bastante, ao contrário do Gnome que preciso acessar o art.gnome.org ou gnome-look.org, efetuar o download e depois instalar. Em compensação o Gnome é melhor na personalização dos temas, no KDE desisti de instalar bordas de janelas diferentes, pois todos as buscas que fiz me levaram a compilações etc… Sem discussões, precisar compilar algo para se ter uma borda diferente? Não me serve. Ok, desktop com a aparência quase a minha desejada, não teve jeito de colocar borda diferente das disponíveis.
Temina aqui a primeira parte desde post. Próximo post falarei sobre o dia-a-dia usando o KDE, aplicações padrões, etc…
Até mais.
Anúncios

Uma resposta em “Trocando Gnome por KDE (parte 1)

  1. Bah depois deste post até me motivei a instalar o KDE, já que eu tinha a mesma impressão que tu quanto ao desempenho do KDE.
    Além das coisas que tu falou, uma outra coisa interessante é o modo de navegar nos diretórios e arquivos que aparecem no desktop. Deixando o mouse em cima de um diretório, abre outro painel com os diretórios de dentro, e assim sucessivamente.. bem interessante isso.
    Preciso de mais tempo para me adaptar, mas as primeiras impressões que tive também foram boas.

    Abraço

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s