Melhorando o desempenho do Flash no Ubuntu com Firefox

logo_do_firefoxEstas dicas eu achei neste link e resolvi colocar aqui também. São três dicas que melhoram o desempenho do Firefox (Shiretoko) no Ubuntu.
Apesar de ser dito no link que a melhora do desempenho é razoável, para mim a melhora foi substancial. Segue as dicas:

1- Esta dica puxa teu processador para a briga conforme você necessite na hora do Flash. Para isso digite o comando:

    sudo vi /etc/init.d/ondemand

No arquivo, ache a sequência abaixo:

    for $CPUFREQ in /sys/devices/system/cpu/cpu*/cpufreq/scaling_governor
    do
        [ -f $CPUFREQ ] || continue
        echo -n ondemand > $CPUFREQ
    done

Logo abaixo da última linha adicione:

    for $CPU_THRESHOLD in /sys/devices/system/cpu/cpu*/cpufreq/ondemand/up_threshold
    do
        [ -f $CPU_THRESHOLD ] || continue
        echo -n 40 > $CPU_THRESHOLD
    done

Salve e feche.

2- Sim, o Flash suporta aceleração por hardware no Linux, mas temos que aprovar isso, para tal siga os passos a seguir:

    sudo mkdir /etc/adobe
    cd /etc/adobe
    echo "OverrideGPUValidation=true" > /tmp/mms.cfg
    sudo mv /tmp/mms.cfg /etc/adobe/

e por último..

3- Esta é para diminuir o intervalo que o Firefox utiliza para salvar a informação das abas abertar para reabrí-las depois. Aumentar esse intervalo ajuda, também no desempenho. Faça o seguinte: na barra de endereços do Firefox digite about:config após “prometer que será cuidadoso”, no campo Filtro digite: browser.sessionstore.interval dê um duplo clique e, na caixa de texto que abrir, digite um valor maior que o padrão (10000ms = 10s). Eu coloquei 40ms.

Após estes passos, no meu caso, única coisa que fiz para perceber melhora no desempenho e, principalmente no problema do vídeo travando, foi reinicializar o o Firefox. Muitos com “Síndrome de Windows” podem querer reiniciar o PC. Ok, sinta-se a vontade.

Sugestão de Leitura

startup1Para quem não leu ainda, sugiro reservar um tempo para o ler o livro Startup de Jessica Livingston. O livro conta com entrevistas com os criadores das principais Startups que surgiram na época da bolha “.com” tais como, Flickr, Yahoo!, etc.., e que hoje são algumas gigantes importante no mundo tecnológico. O que chama atenção é o fato de que, na maioria dos casos, esses novos empreendedores preocupavam-se com suas formações. Em função do sucesso precoce, o tempo disponível para seguir com a faculdade ficou escasso e muitos lamentam-se sobre isso no livro. Notando isso, pude avaliar a diferença que a cultura de um país influencia no todo. Pois hoje se discute, briga, chora e esperneia o surgimento de uma lei que obriga analistas de sistemas terem alguma formação na área para exercer o cargo.
Em um país de cultura um pouco mais aprimorada (ou custos menos elevados de ensino) tal lei não entraria em questão ou mesmo que entrasse não criaria tanta polêmica pois, automaticamente (devido a cultura) pessoas que, por algum mérito, viessem a tornar-se analistas de sistema iriam procurar alguma formação na área, é óbvio que tal formação agregaria algum conhecimento a mais para exercer tal função. Lógico que, mais uma vez, implica na cultura do país, onde edução não é tão barato e se já ocupa um cargo sem o estudo indicado para tal, porque iria investir (estudar) em uma formação em busca de uma função que já se exerce? Não que uma pessoa com formação sempre saberá mais que uma pessoa com experiência e não formado e/ou vice-versa. Acredito que a união dessas duas pessoas seria o ideal. Mas essa é uma discussão infindável e não pretendo levar adiante só deixo claro que não sou a favor a lei, pois ela não irá agregar nada, não é uma lei que mudará a cultura das pessoas.
Outro ponto interessante no livro é a importância do Plano de Negócio, incrível que, praticamente na maioria das entrevistas, todos falam “…redigi meu plano de negócio…”, achei interessante pois, quando cursei a cadeira que ensinava a criar plano de negócios (Empreendedorismo na Universidade que estudei), sempre existia aquela pessoa que falava: “Não sei porque estudar isso se nunca vou precisar.”. A importância do Plano de Negócio no caso das Startups eram, principalmente, para adquirir um bom financiamento. Mesmo com investidores de risco que, naquela época, de acordo com livro, não me pareceram muito criteriosos (a própria designação já deixa isso claro), todos levavam em conta o Plano de Negócio.
Mais uma vez, vale a pena ler.