Chupa Bit9

pinochioQuando se usa a palavra “desesperadamente” é porque as coisas estão realmente complicadas. E foi essa a palavra usada pela edição do Jornal da Globo para dizer a situação da Microsoft com relação ao Bug no Internet Explorer 7. A falha dá direitos de acesso ao pc infectado através da visita a uma página preparada para exploração da falha. Segue a notícia.

E agora quem é o software mais vulnerável?

Quantidade não é qualidade

Tenho notado ultimamente o aparecimento de inúmeras distribuíções do Linux. Particulamente não concordo muito com isso, até porque as distribuições que surgem agregam pouco em funcionalidades além de um visual diferenciado. As únicas particularidades que acredito levar em conta para existir uma ou outra distribuição são as listadas abaixo:

– diferença de foco (servidor, desenvolvimento, desktop, educacional)
– diferença de gerenciador de janelas (gnome, kde, xfce…)
– diferença de empacotamento de aplicativos  (deb, rpm…)

Mas podemos notar inúmeras distribuiçõoes existentes hoje por inúmeros outros motivos, até religiosos ;), ao invés disso, porque não juntamos esses esforços para enriquecer uma distribuição já difundida? Das distribuições que tenho visto aparecerem ultimamente a maioria delas diferenciam apenas o visual e algumas configurações de acessibilidade do gnome, kde ou qualquer outro gerenciador de janelas sendo que já existem distribuição de nível mundial nesse foco. Sem dúvida, a grande parte dessas distribuições, da mesma forma que aparecem, acabam sumindo. Ou seja, trabalho desperdiçado. Porque não agregar essas melhorias em uma distribuição usada mundialmente?
Sim, a possibilidade de alterar (personalizar) o sistema operacional da forma que desejar é de grande valia um dos pontos principais do software livre, mas também, talvez até de maior valia seria distribuir essas mudanças para serem utilizadas em outras distribuições, que é ponto forte da comunidade do software livre.
Pensamos: se um grande número de pessoas utilizam a distribuição “x” e uma parte dessas pessoas resolvem criar/alterar/corrigir inúmeras funcionalidades nesta distruibuição, o interessante é distribuir essas funcionalidade/melhorias para os demais usuários da distribuição “x”, cabendo a esses usuários optarem se querem ou não tais funcionalidades. Com certeza isso acontece muito, viva a comunidade de software livre, mas então ficam as perguntas. Por que tantas novas distribuições? Não seria melhor unificar as alterações/criações/correções em uma única distribuição de abrangência maior?

nota 1: discutindo esse post com colega meu (EMO) antes de colocá-lo aqui comentou ele que, um dos primeiros comentários a ser feito seria, “isso é a liberdade”, o que faz total sentido realmente. Sendo assim deixo mais uma pergunta no ar. O que adianta a liberdade se esta não for bem aproveitada?

nota 2: outro ponto importante levantado por este mesmo amigo é que as distribuições mundialmente ou até nacionalmente difundidas tentem a ter um grau de estabilidade bem maior do que distribuições menos difundidas pelo fato de serem utilizadas por um número maior de usuários.

Parabéns BIT9!

raposa
O que podemos esperar de uma empresa de segurança que faz afirmações através de “pesquisas” onde a imparcialidade é totalmente esquecida como esta divulgada pela Info? Se esta empresa queria apenas chamar atenção, missão cumprida!
Não faz sentido os resultados divulgados, uma pesquisa totalmente tendenciosa obviamente para a empresa a qual ela é parceira. Não precisamos comentar quem é esta empresa parceira, basta “Ver Os Fatos” se é que vocês me entendem. Para provar que existe, sem dúvida, uma tendência nesta pesquisa segue uma notícia no mínimo curiosa sobre algumas falhas de segurança da empresa que aparece na 12º coloção, em uma pesquisa que lista os 12 menos seguros, disponibilizada no site do G1.
Sigo feliz e seguro usando minha raposa no Ubuntu.

Abraço

Ubuntu 8.10 atualizado no Vostro 1310

Conforme comentei neste post aguardei um pouco mais para atualizar meu Ubuntu para 8.10. Fiquei esperando experiências de outros usuários. Como não encontrei nada que fizesse eu aguardar mais que poderia afetar o meu sistema, decidi atualizar. Única configuração diferente que tive que fazer foi em relação ao synaptic que não checava a existência de uma nova versão por estar padronizado em verificar versões apenas LTS ( o caso da 8.04 ). Após alterar e fazer uma atualização na árvore de pacotes já comecei a receber aviso da existência de uma versão mais atual do sistema. Aceitei a sugestão de atualização e o processo de atualização começou a iniciar-se. Após baixar os pacotes atualizados a instalação começou a ser feita, para todas as questão de manter ou não os arquivos de configuração antigo eu optei, como o próprio programa de atualização sugere, por manter o já existente. Instalação e configuração concluída, reinício do sistema e pronto 8.10 rodando no meu Vostro 1310. Verifiquei a rede wireless, não funcional, apenas habilitei driver restrito da placa já reconhecido pelo sistema (Broadcom Corporation BCM4312 802.11b/g) e pronto, wireless funcionando. Placa NVIDIA reconhecida e compiz-fusion funcionando. Processo terminado e sistema operacional atualizado e funcional. Tudo isso em aproximadamente 1h com conexão banda larga de 2Mb.

Rádio Atlântida RS e SC no Linux [ATUALIZADO RS]

Para pessoas que, como eu, querem ouvir a rádio Atlântida no Linux (Ubuntu no meu caso) e não conseguem pois, simplesmente via clicrbs não funciona, segue os link diretos para escutarem no VLC ou qualquer outro programa de sua preferência.

Para aqueles que desejam ouvir a rádio do sinal de Porto Alegre, foi disponibilizada uma versão do player em flash. Não é nenhuma maravilha mas agora independe de SO.

Atlântida RS
mms://200.226.189.241/atlantidaRS

http://mediacenter2.clicrbs.com.br/templates/GetAsx.aspx?contentID=20412&channelId=40

http://aovivo.clicrbs.com.br/rs/radio-atlantida/popup.html

Atlântida SC
mms://200.226.189.241/atlantidaSC

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